quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
É só o começo.
Existem anos bons, anos ruins, anos indiferentes, e os anos de transição. Assim costumo pensar. Anos de transição são anos de passagem, de escolhas, de preparação, mudança, anos que vêm a anteceder algo maior. 2011 está sendo assim. Um ano de términos, inícios, monotonia e tranqüilidade. Eu poderia escrever mil particularidades aqui, mais deixemos pra depois. O importante é considerar que, em destaque, esse ano, esteve a solidão. Incrivelmente, não tenho o que reclamar. A solidão é uma grande amiga, e de todos os casos, não vivo mal. Só que... O amor é trabalhoso e não ando muito a fim de trabalhar. Deixemos que 2012 nos surpreenda, ME surpreenda. Deixemos que venha mais um ano, mais desejos clichês e ilusões talvez. Mas se a situação não “melhorar” de alguma forma, eu vou bem. Como sempre fui. Nunca precisei de ninguém pra ser feliz, e caro leitor, é só o começo!
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