sábado, 24 de dezembro de 2011

Aos poucos, devagar.

Não existe um ponto de vista certo. Não existe uma opinião concreta. Não existe uma decisão final, ou alguma coisa que possa definir o que fazemos. Não existem arrependimentos, mudanças, não existe perdão. Não existem palavras que desfaçam atos, nem sentimentos que faça o tempo se curvar e voltar. Não existe desejo de mudança da noite pro dia, nem se ganha confiança nesse meio tempo. Existe a conformação. Se conformar com a situação, é o melhor a se fazer, sempre. Existe não persistir, e com isso, evitar que a situação se torne insistente. O que existe, meus caros, é o tempo. Ele e suas lentas mudanças. Agora, medidas imediatas, essas são como paixões. Explodem assim que começam, mas não duram. Não se mantém. Não te apresses tanto em tentar mudar sua vida. Comece aos poucos, com pensamentos, palavras. Tudo que é bonito começa aos poucos. Devagar.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

É só o começo.



Existem anos bons, anos ruins, anos indiferentes, e os anos de transição. Assim costumo pensar. Anos de transição são anos de passagem, de escolhas, de preparação, mudança, anos que vêm a anteceder algo maior. 2011 está sendo assim. Um ano de términos, inícios, monotonia e tranqüilidade. Eu poderia escrever mil particularidades aqui, mais deixemos pra depois. O importante é considerar que, em destaque, esse ano, esteve a solidão. Incrivelmente, não tenho o que reclamar. A solidão é uma grande amiga, e de todos os casos, não vivo mal. Só que... O amor é trabalhoso e não ando muito a fim de trabalhar. Deixemos que 2012 nos surpreenda, ME surpreenda. Deixemos que venha mais um ano, mais desejos clichês e ilusões talvez. Mas se a situação não “melhorar” de alguma forma, eu vou bem. Como sempre fui. Nunca precisei de ninguém pra ser feliz, e caro leitor, é só o começo!